Cearenses se preparam para final de competição internacional de hackers.

O grupo H3x Pr0ph3ts, formado por cinco hackers cearenses e um paulista da Morphus Labs, está na final da Cyberlympics, competição internacional de hacking que está marcada para o dia27 de setembro, na Holanda. 
A Cyberlympics é destinada aos profissionais da segurança da informação e reforça a ideia de trabalho em equipe por meio de desafios que abrangem quase todas as áreas desse segmento. 
De acordo com Saulo Hachem, capitão do H3x Pr0ph3ts, a primeira fase aconteceu no dia 12 de agosto de forma remota. Hackers do mundo inteiro disputaram, em suas respectivas cidades, a classificação. “A final são dois finalistas de cada continente, além do vencedor do ano passado”, conta. 
É a segunda vez em dois anos que a equipe fica entre os protagonistas da Cyberlympics. “Basicamente, eles apresentam uma série de desafios relacionados à segurança da informação. Vão desde programas de computadores vulnerávies que você tem que explorar e vírus de computador que você tem que analisar o comportamento e extrair informações”, explica Saulo.
A etapa final deve misturar provas de raciocínio lógico com desafios físicos, a exemplo de uma parede de cadeados e uma caixa de chaves a serem associados, e ainda a técnica de desenvolvimento de códigos para descriptografia, entre outros, tudo simultaneamente.
“Lá na etapa presencial, teremos alguns desafios físicos que envolvem, em grande maioria, cadeados. Eles te dão 10 cadeados de diferentes tamanhos, formas, códigos, chaves e você tem um tempo para abrir o máximo de cadeados que conseguir. Cada cadeado vale uma pontuação. Eles também montam um ambiente como se fosse uma sala trancada e o objetivo é conseguir ter acesso às coisas que estão lá”, diz o capitão do time.
Até setembro, o grupo continua focado nos treinos. “A gente pratica resolvendo muitos desafios de eventos semelhantes de eventos passados. É como quem estuda para concurso, pega a sequência das provas anteriores e vai resolver muitas questões que são parecidas”.
Saulo também explica que um dos lugares usados pelo grupo para desenvolver as habilidades intelectuais é o Shellter. “É uma plataforma que foi desenvolvida por mim e dois integrantes do time para praticar. É um site online que tem várias questões e desafios, materiais de estudos, que já montamos com o objetivo de estudar, é online e público”.
O trabalho em equipe é fundamental para que os desafios se completem. Saulo conta que a organização depende do desafio que será proposto. “Todo mundo olha o desafio e cada um vai para o que sente mais afinidade. Vamos trocando informações até conseguir quebrar todos os desafios”, explica.
Disposto a trazer o título para o Ceará, o capitão do time explica que é uma oportunidade de mostrar o quanto o Estado tem capacidade na área de segurança da informação e tecnologia. “Aqui no Ceará temos muitos talentos que são pouco aproveitados, que ainda não estão sendo encontrados pelas empresas e isso com certeza vai trazer visibilidade para o nosso Estado”, finaliza.
Fonte: Tecno

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